Desenvolvemos o CRM a partir de como o seu atendimento já funciona. Nada de contratar uma lista de funções e adaptar a operação para caber nela.
Nenhum deles aparece no extrato. Todos aparecem no faturamento, tarde.
Agenda num lugar, valor em outro, conversa no WhatsApp e o histórico na memória de quem atende. Nada disso cruza.
O cliente fechou, e não há como dizer qual anúncio, qual página ou qual conteúdo trouxe ele. Sem isso, não há o que otimizar.
Ninguém perde cliente de uma vez. Perde em semanas de silêncio, e a conversa que resolveria já passou do ponto quando alguém percebe.
O mercado chama tudo pelo mesmo nome, e por isso tanta empresa compra a ferramenta errada. Quem vende serviço e quem vende produto têm problemas diferentes, e a primeira coisa que definimos é qual é o seu.
O cliente volta em intervalos. O trabalho que gera dinheiro é saber quem precisa ser chamado hoje.
O cliente decide uma vez. O trabalho que gera dinheiro é não perder ninguém no caminho entre o interesse e o pedido.
Alguns negócios precisam dos dois lados, e aí eles conversam: a origem do lead continua gravada depois que ele vira cliente recorrente. O que não funciona é comprar um e usar como se fosse o outro.
Em vez de você conferir uma lista de funções para ver se encaixa, a gente começa olhando como o atendimento funciona hoje.
Quem atende, o que é vendido, com que frequência o cliente volta, como o dinheiro entra e o que hoje ninguém mede.
Tabela de serviços com preço, duração e ciclo, ou as etapas do funil. Os indicadores da tela e quem vê o quê saem daqui.
Importação do que já existe para não começar com base vazia, treino da equipe e ajuste nas primeiras semanas de uso real.
Muda o que fica em volta. Isso aqui não muda.
Entrada por login e permissão decidida no servidor, não no navegador. Cada perfil enxerga o que precisa enxergar.
Ajustado tela por tela para o aparelho, que é onde o uso acontece de verdade no balcão e na sala de atendimento.
Alterou no computador, abriu no celular e já está lá. Atualiza na hora quando outra pessoa mexe em algo.
Modelos de WhatsApp preenchidos com os dados do atendimento. O sistema monta o texto, você confere e envia.
Cada número na tela existe para sustentar uma decisão. Relatório que ninguém usa só ocupa espaço.
Exportação dos dados em arquivo, para restaurar e para você nunca ficar refém de quem hospeda o sistema.
Uma conversa para entender como o atendimento funciona hoje, o que está sem registro e o que daria para medir a partir da semana que vem.
Por que negócio de serviço perde cliente em semanas de silêncio, qual indicador prevê o faturamento do mês seguinte, por que agenda e planilha não resolvem, e como é o CRM de ciclo que construímos para transformar histórico em fila de contatos do dia.
Ler artigo8 min de leituraPor que o caderno para de servir quando o movimento cresce, os dois erros que o papel produz sozinho, uma tela para cada pergunta que o dono já faz em voz alta, e por que o banco de dados ficar no nome do cliente vale mais que qualquer funcionalidade.
Ler artigo