O Google captura quem já está procurando. O Meta cria a vontade em quem nem estava pensando no assunto. Para produto de desejo, é ali que a venda começa.
A pessoa já tem o problema e está procurando a solução. Você aparece no momento da decisão. Funciona para necessidade e urgência, e o limite é o tamanho da demanda que já existe.
A pessoa não estava procurando nada. Ela estava no Instagram, viu, quis. Funciona para desejo, e o limite deixa de ser a demanda existente: passa a ser quantas pessoas certas você consegue impactar.
Por isso a pergunta não é qual canal é melhor. É qual canal o seu produto pede. E, em muitos negócios, a resposta certa são os dois.
Produtos e serviços que a pessoa compra porque quis, não porque precisava resolver algo com urgência.
Quem tem o cano estourado às 23h não vai parar no Instagram para considerar opções. Vai pesquisar. Nesses casos o investimento rende muito mais no Google:
Dizer isso custa venda, e é o que mantém o cliente. Se for o seu caso, a conversa é sobre Google Ads.
Montamos públicos a partir de interesse e comportamento real na plataforma, e não de palpite sobre quem seria o cliente ideal.
No Instagram o anúncio concorre com o conteúdo que a pessoa escolheu ver. O material precisa impactar nos primeiros segundos ou não existe.
Do bairro ao país inteiro. O alcance é definido pela operação: não adianta gerar desejo em quem você não consegue atender.
Cada evento é parametrizado conforme a necessidade da empresa e volta para alimentar a otimização. É o que separa uma conta que aprende de uma conta que só gasta: sem medir direito, o algoritmo otimiza para o alvo errado, e nenhum ajuste de criativo conserta isso.
Boa parte do mercado entrega a gestão e pede o criativo ao cliente. Como o criativo é hoje o que mais define para quem o anúncio aparece, deixá-lo de fora seria entregar metade do trabalho.
Mídia, pago ao Meta
A partir de R$ 600/mês
É o piso para a campanha sair do período de aprendizado em tempo razoável. O ideal começa em R$ 1.000: abaixo disso o algoritmo demora a encontrar padrão e o teste leva meses em vez de semanas.
Gestão, pago à M3
Conforme a complexidade
Definida no diagnóstico, a partir do número de campanhas, do volume de material a produzir e de quanto do rastreamento precisa ser construído. Sem proposta antes de olhar a operação.
São dois valores separados. A verba de mídia vai integralmente para a plataforma: não ficamos com percentual dela.
A gestão de Meta pode ser contratada sozinha ou junto com Google Ads. Quando os dois rodam, um gera o desejo e o outro captura quem já decidiu. Qual arranjo faz sentido depende do seu produto, e isso a gente avalia antes de propor qualquer coisa.
Veja também a visão geral de gestão de tráfego.
A diferenca entre gerar e capturar demanda, como saber de qual o seu negocio precisa, em que segmentos o Instagram funciona, quanto investir e o que entra na gestao.
Ler artigo8 min de leituraPor que industria quebra a logica normal de midia paga, por que a busca vem antes, os usos em que o Meta realmente trabalha (remarketing, representantes, contratacao, feira), que segmentacao funciona em B2B e o que medir num ciclo longo.
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